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Resumos, anotações, livros e textos de interesse jurídico, político, filosófico, etc. |
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Apostilas para concursos Públicos e exame da OAB
Trabalhos Acadêmicos
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Em uma economia mundial onde a informação é filtrada pela mídia
das corporações globais, assim como ajustadas e sintonizadas com sua
poderosa propaganda, quem irá defender o direito público de saber? E
qual o preço que deve ser pago para preservar nossa habilidade de
ser informado?
(The
Corporation)
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A educação que liberta e a mão que
escraviza
► Socializam os prejuízos e
privatizam os lucros: a pesquisa nas Universidades Públicas
► Estatuto
do Instituto OCW Br@sil
►Resumo do Projeto OCW
►Repercussões do Projeto OCW
►Ofício enviado à Reitora da USP pelo Instituto OCW Br@sil
►O Projeto OCW-USP e o Ensino Público Gratuito via Internet
►O projeto OCW-USP quebra o elitismo do ensino superior no Brasil
►O Projeto OCW-USP e o INCLUSP
►Os cursos a distância não democratizam o conhecimento e
nem socializam os saberes
►Comentando o Projeto MIT-OCW
►Os quatro pilares da educação
►Internet e democratização do conhecimento: repensando
o processo de exclusão social |
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Projeto OCW-USP foi sabotado:
O Projeto OCW-USP foi sabotado por
alguns Professores, Diretores, Pró-reitores e pela Reitora
da USP. Era um projeto inteligente e importante para a
coletividade e para a maioria da população. Mas era um
projeto que tinha um problema: foi elaborado por alunos. Quero reduzir suas reputações a zero, a pó, retirando suas máscaras. Publicamente dizem que são gente de bem, aparentam ser gente de bem, mas por baixo dos panos são podres, são escórias, lixo da intelectualidade, agem contra o interesse público e em benefício próprio. Lembram da Carta do Pinotti ? Esta carta não é exceção. É a regra dentro da USP. É dessa forma que eles agem. Como ratos roubam, na calada da noite e sorrateiramente, a coisa pública. Obstáculos à democratização dos saberes Marcio Pochmann -- Agência Carta Maior -29/01/05Avanço da democracia de massa requer a constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento. (...) Em certa medida e guardada a devida proporção, assiste-se hoje ao curso de uma tentativa organizada de ruptura à apropriação monopólica do conhecimento, talvez somente comparável ao que aconteceu durante a idade média. Naquela época, por exemplo, os monastérios funcionavam como verdadeiras ilhas do conhecimento existente. Eram verdadeiros monopólios dos saberes até então existentes, com os escribas dominando o alfabeto e controlando privadamente as escrituras. O sistema operativo da produção de tecnologia utilizada e a formação da mão-de-obra especializada eram propriedades não disponibilizadas livremente ao conjunto da população. Com toda essa centralização do sistema operativo, os monastérios eram centros de riqueza e fartura que se contrapunham à escassez e pobreza do conjunto da população.O livro O nome da Rosa de Humberto Eco é bem emblemático do que representou, num certo momento histórico, o poder econômico e político concentrado pela apropriação não pública do conhecimento. Em outros termos, o uso não democrático do conhecimento e da informação representou a composição e a prática do exercício do poder econômico e político vigente na época. Somente com o aparecimento dos Estados nacionais e a proliferação das organizações populares é que se tornou viável o abandono da escrita e do conhecimento situado no estágio privado e comercial da apropriação e uso dos saberes. Um dos componentes estratégicos do avanço da democracia de massa em pleno século 20 passou fundamentalmente pela constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento. De um lado, houve uma certa socialização do conhecimento básico por intermédio das escolas públicas, que contaram não apenas com financiamento público, mas com diversos softwares produzidos na organização e sistematização dos saberes viabilizados por políticas públicas nacionais, entre elas as industriais. De outro lado, a regulação pública das economias nacionais a partir do segundo pós-guerra possibilitou o contingenciamento da concorrência oligopólica entre os grandes grupos econômicos na produção e difusão tecnológica. Nesse sentido, a mercantilização dos saberes e dos chamados bens culturais se generalizou, tendo muitas vezes a moeda como condição de acesso. A democratização do conhecimento e a socialização dos saberes estão em jogo. Sua viabilização é possível, porém depende fundamentalmente da resolução dos seus obstáculos pendentes aos interesses econômicos e políticos associados às velhas formas de produção e controle do século passado. |