Neste site falo de temas, assuntos e idéias que contrariam o Estado Democrático da Corrupção e  os poderosos que parasitam e desviam, para benefício próprio, o poder que emana do povo. Plantaram e camuflaram o mal dentro das sociedades atuais. Mal que atua em conluio no meio dos homens, alinhando interesses e ações que visam explorar, oprimir e excluir os mais fracos. Revelar a essência desse mal é a finalidade deste site. Logo, este sítio sofre constantes filtragens, principalmente nos sistemas de buscas.

Querem esconder a verdade, impedindo que as pessoas leiam, falem, discutam ou mostrem as mentiras e as más intenções escondidas nas ações que praticam. Usam o dinheiro para corromper consciências, para desviar as atenções, para confundir o justo, afastar a verdade, a ética, a justiça e a retidão.  Dessa forma tentam perpetuar a exploração, a opressão e a exclusão.

Se quer fazer parte desta luta, divulgue as idéias e os projetos deste site em outros locais da internet. Assim como, insira um link deste sitio na sua página ou blog. Para isto use os seguintes endereços: Site (www.leonildoc.ocwbrasil.org) - blog (http://leonildoc.blogspot.com).

Palavras e obras - Percepções e realidades - Dominação e Controle

Cuidado !!! Eles querem dominar a sua consciência e, dessa forma, cegar os seus olhos, controlar a sua liberdade e fabricar o seu consentimento...

Por trás deste site há mais do que pele e osso. Há uma idéia. E idéias são a prova de bala. Passam de pessoa para pessoa, de geração para geração, contaminando toda a sociedade. Pode-se matar uma pessoa, mas não se pode matar uma idéia, um propósito, um destino.

"Não há calibre capaz de matar uma idéia"

Leonildo Correa -- Instituto OCW Br@sil

"Não está em mim ser um homem comum. Tenho de escolher e ser incomum, se puder procuro a oportunidade antes do comodismo.  Não sou o cidadão acomodado, indolente e sem iniciativa, que fica a esperar que as coisas aconteçam. Escolho o risco calculado de sonhar, de construir, de falhar, de realizar e alcançar o sucesso.  Prefiro os desafios da vida a uma existência pacata; as emoções de uma conquista à insipidez da utopia.

Não troco a minha liberdade por caridade; nem minha dignidade por fama.  Meu patrimônio é agir por mim mesmo, gozar dos benefícios da minha criatividade, olhar com intrepidez o mundo e dizer de cabeça erguida: isto eu fiz com a ajuda de Deus..."

Hannah Arendt e a banalidade do mal

Introdução -- O mal radical como ponto de partida -- A novidade totalitária -- A banalidade do mal: uma invenção contemporânea -- O vazio de pensamento

Eichmann em Jerusalém - Pós-escritos - Hannah Arendt -- Outros textos -- O que significa banalidade do mal

Teoria da Consciência e Liberdade (Teoria do Leonildo)

Consciência e Liberdade -- A consciência totalitária -- Consciência, Liberdade e Política -- Consciência, Liberdade e Direito Natural -- A doxa, a consciência, a internet e os direitos individuais -- Eichmann, Hitler e São Francisco -- Mentiras totalitárias, mídia e propaganda --A banalidade do mal e o Direito Penal do Inimigo -- O poder da Consciência

Neste preciso momento histórico, reassume extraordinária importância a verificação de um fato cósmico. Até o advento do Homem no Universo, a evolução era simples mudança na organização física dos seres. Com o surgimento do Homem, a evolução passou a ser, também, um movimento da consciência.

Seja-nos permitido insistir num truísmo: a evolução do homem é a evolução de sua consciência; e a evolução da consciência é a evolução da cultura.

A nossa tese é a de que o homem se aperfeiçoa à medida que incorpora valores morais ao seu patrimônio espiritual. Sustentamos que os Estados somente progridem, somente se aprimoram, quando tendem a satisfazer ansiedades do coração humano, assegurando a fruição de valores espirituais, de que a importância da vida individual depende. (Prof. Goffredo Telles -- Carta aos Brasileiros)

A indiferença

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar. Poema do pastor luterano alemão, Martin Niemöller, da época do nazismo.

Os negros são uma maioria supérflua e descartável. Você sabe o que os grupos dominantes fazem com pessoas supérfluas e descartáveis ?

As fotos abaixo mostram o que significa ser supérfluo e descartável. Mostram a banalidade do mal. Um mal que é aceito por todos e pela maioria das autoridades: a subserviência sem discussão, a indiferença diante do sofrimento, da pobreza, da miséria e da fome. O mal se torna banal quando se torna natural, corriqueiro, tão comum quanto beber água, aceito por uma grande maioria da população, incluindo as próprias vítimas, que perdem completamente a capacidade de reagir, e os burocratas convictos de que estão apenas cumprindo ordens, cumprindo a lei.

Seres humanos supérfluos e descartáveis como uma sacola plástico de supermercado.

O sistema vigente é nosso inimigo. Mas, quando estamos dentro dele, o que vemos ? Homens de negócio, professores, advogados, marceneiros, etc. Vemos e interagimos com as mesmas pessoas que queremos salvar. Contudo, antes de salvá-las, essas pessoas fazem parte do sistema e isso faz delas nossas inimigas. Você precisa entender que a maior parte dessas pessoas não estão prontas para acordar. E muitos estão tão inertes, tão dependentes do sistema que irão lutar ferozmente para protegê-lo. (Adaptado do Filme Matrix)

Isto é resultado da opressão, da exclusão e das desigualdades. Isto tem um culpado e ele está entre nós. Temos que pegá-lo e puni-lo.

Detalhes desta foto

Podemos falar em Direitos Humanos em um mundo onde existem pessoas que ainda lutam por direitos de animais ?

Um negro morto diante de uma criança negra. Isto é o Brasil.

Negros e Pobres:

As pessoas e os grupos que nos dominam, oprimem, exploram, excluem e  perseguem estão cercadas por nós. Nós Cuidamos de suas casas. Cuidamos de seus filhos. Fazemos suas refeições. Levamos o seu lixo. Fazemos as suas chamadas. Dirigimos seus carros e ambulâncias. Protegemos suas vidas enquanto dormem, etc... Além disso, nós somos a maioria. Precisamos nos organizar, montar pequenos grupos, e usar esta vantagem a nosso favor. Usar esta vantagem para fazermos a revolução.

Em todos os cantos do Brasil, cada negro precisa entender e repetir para os demais:

1- Somente unidos podemos destruir a dominação e a opressão que foi criada pelos brancos;

2- Precisamos construir a resistência, uma Palmares, em cada favela, em cada periferia;

3- Cada negro deve ser um Zumbi dos Palmares, deve lutar por seu povo como Zumbi lutou;

4- As lideranças negras que pregam a resignação, toleram e pactuam com o mal, devem ser derrubadas e banidas, pois são inimigos dos negros, vendem seus irmãos por 30 moedas.

Esta é uma crença nascida na dor. Não na política.(Filme: Minority Report).
Faça Justiça, mesmo que o céu desabe.

O Povo não deve ter medo do governo.

O governo é que deve ter medo do Povo.

(...) Mas o que ocorreria ao mundo se cada um de nós pudesse exercer, sem censura ou medo, as suas pulsões de vingança, por mais cruéis que elas fossem? Regrediríamos, certamente, ao que os filósofos chamam de "estado de natureza", o suposto estágio que antecede o início deste em que vivemos, e que os filósofos apreciam chamar de "contrato social". Um contrato de cláusulas leoninas, segundo as quais a imensa maioria deve servir e apodrecer na miséria, na fome e na doença, enquanto uma minoria legisla e governa em causa própria, além, é claro, de enriquecer. E denominamos esse estado de absoluta discrepância de poderes com um outro adorável eufemismo: "democracia". Uma palavra que de tão falsa chega a me provocar pruridos anais...

As regras, como vemos, são muito simples: eu te exploro e você me agradece (ou, como é o costume, finge agradecer). Se, por alguma incontrolável razão, você decidir se vingar... bem... para isso existem as prisões e os hospícios.

(...) E a história não nos desampara neste momento: compulsemos os melhores tratados e veremos que a verdade só triunfa quando escolhe, como aliada, a violência. Os servos só deixaram de ser espoliados quando encostaram a faca na garganta dos seus opressores. Da mesma forma, certamente também nós guardamos a lembrança dos poucos momentos em que ousamos erguer a cabeça e nos revoltamos. Aqueles minutos de prazer, semelhantes em tudo a uma deliciosa sucessão de orgasmos, foram os únicos em que ousamos ser verdadeiros, e são eles, hoje, que nos salvam do completo embotamento. (Konstantin Gravos - Texto Completo).

"Há mais de cem anos, o poeta alemão Heine advertiu os franceses a não subestimarem o poder das idéias: os conceitos filosóficos alimentados na tranqüilidade do gabinete de um professor poderiam destruir uma civilização. Citou ele a Crítica da Razão Pura, de Kant, como a espada com que fora decapitado o teísmo europeu, e descreveu as obras de Rousseau como a arma ensangüentada que, em mãos de Robespierre, destruíra o antigo regime." (Isaiah Berlin -- Quatro Ensaios sobre a Liberdade)

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Inovação da ditadura militar: não se pode abrir um processo-crime por homicídio sem a apresentação do corpo delito (cadáver). Nos desaparecimentos não existe cadáver... (Outros textos)

"Ficar preso ao segredo significa ter o dever de não revelá-lo; o dever de não revelá-lo implica o dever de mentir." (Norberto Bobbio)

Futuro no presente

O futuro está aqui. Você pode não acreditar, mas está. Em outras palavras, o futuro está dentro do presente. Contudo, ele está fragmentado, despedaçado, dividido em milhões de pedaços. Por isso não conseguimos vê-lo completamente. Vemos apenas árvores, mas não vemos a grande floresta. Vemos apenas pedaços de futuro no presente, mas está tudo aqui.

Os tiranos de amanhã ainda estão sendo amamentados ou estão na escola. O Estado totalitário ainda está sendo projetado. O controle de pensamento e de pensadores ainda está em discussão. Os novos métodos de extermínio ainda estão em fase de teste nos laboratórios da ciência. As normas que legitimam extermínios ainda estão passando pelos legislativos e pelas cortes do judiciário. A moda no futuro será o extermínio de pessoas embrionárias... Não só o extermínio, mas o uso de embriões humanos em testes e experiências científicas, inclusive, misturando embriões humanos com embriões de outros seres, etc.

O futuro que se concretizará, o amanhã, depende de como os pedaços de futuro no presente se juntam e se ligam, ou seja, o cenário e os fatos de amanhã estão sendo montados/construídos hoje. A essência desta observação é que você pode interferir no resultado. Nós podemos interferir no resultado, induzindo variáveis e projetando os cenários que queremos viver amanhã. Para isto, precisamos detectar e aproximar pedaços de futuro no presente.  Precisamos catalisar uma ligação entre estes pedaços ou então impedir que certos pedaços se juntem.  Dessa forma, determinamos a formação do futuro que desejamos viver ou que desejamos para as próximas gerações.

Enfim, temos poder para construir o futuro que quisermos. (Leonildo Correa - OCW Br@sil)

Bandeira do Brasil no olhar de Henfil

Revista em quadrinhos do Henfil

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Mais fácil do que tomar terra de índio

O ditado popular "mais fácil do que tomar doce de criança" deve ser modificado no Brasil. Isto decorre da constatação, quem já tomou doce de criança sabe, que a pratica deste ato não é tão fácil assim, pois o berreiro decorrente é altamente violento.

Por isso, o ditado popular tem que ser modificado, uma vez que ele não expressa a realidade das coisas. Como eu tenho um monte de idéias proponho a seguinte mudança: ao invés de se utilizar o ditado "mais fácil do que tomar doce de criança", significando a prática de ato que não encontra nenhuma resistência ou impedimento, vamos mudar para "mais fácil do que tomar terras de índio".

No Brasil, tomar terras de índio é muito mais fácil do que tirar doce de criança. E, no caso das terras, não há o berreiro como conseqüência. Além disso, há ainda o apoio de autoridades importantes do Estado que ajudam a facilitar, abafar e validar a grilagens. Inclusive, pode-se provar que o indivíduo chegou naquelas terras antes dos índios. Para isto ele deve ir até o Egito, pegar uma múmia, trazê-la para o Brasil e enterrá-la na Fazenda. Assim, quando o judiciário pedir provas de que o indivíduo chegou naquelas terras antes dos índios é só apontar o lugar onde está a múmia e dizer que ali há um antepassado da família enterrado. O carbono-14 dá a idade da múmia e o DNA pode ser comprado em qualquer clínica. Se é que o judiciário do Gilmar Mendes vai pedir o teste e o exame...

A Amazônia é o lugar ideal para desenvolver a agricultura. Não a agricultura comum, mas sim a agricultura hidropônica que precisa de muita água e sol.  (Texto no final desta página).

Não podemos deixar os lenhadores e os madeireiros continuarem tomando conta da Floresta Amazônica. Estão transformando a Floresta Amazônica em lenha, carvão e madeira para construção civil. Estão transformando árvores de trezentos anos em mesa, cadeira e armário. A estupidez humana não tem limites.

Hidroponia na Amazônia    Controlar as corporações para preservar a democracia  Por que morrem os cortadores de cana ? Usina de Açucar da Coca-cola na floresta Amazônica

 

 

Dizem que nós subvertemos a ordem

Uma ordem que transforma problemas sociais em psicológicos.

Uma ordem que mascara a realidade e manipula interesses.

Uma ordem que reinventa a moral sob o signo da necessidade,

e que caminha leve e inescrupulosamente com a hipocrisia,  ou seja, que muda tudo para nada mudar.

Uma ordem que transforma questionamento e discordância em vagabundagem;

que coloca toda e qualquer crítica em quarentena,  observando-a e só então a liberando sob forma de mercadoria.

Mas em meio a tanta desordem, a tanta exploração e alienação,  o que se vê é a inércia, perpetuação do status quo.

Será que esta realidade é tão boa quanto parece ?

Qual é a verdadeira face dos que mantém o mundo desta forma?

Frederico R. Estermann e Emílio Gonzalez - História - Jornal do C.A. Visconde de Cairu da FEA-USP. (Outras reflexões)

"Ser genial é poder perceber as conectividades da vida e conectar o não conectado. É poder fazer justaposições e ver relações onde outros não vêem nada. É gostar das avenidas imprevistas de pensamentos e de virar novas esquinas."(X Files)

"A natureza é farta de rochas, mas escassa de diamantes. E o tempo torna pó o que era rocha. O sr. é, como eu, um diamante cujo brilho ofusca a mediocridade das massas, cuja rigidez despedaça todas as barreiras da existência." (Profeta Chantilly)

O valor de um pensamento não é o quanto ele é lógico, mas sim o quanto ele representa a realidade.

(Mário Schenberg - Físico)

Um Meio ou uma Desculpa

Roberto Shinyashiki

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite!

Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.

Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.

Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.

Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.

Texto enviado por Diogo Kawano

Uma sociedade de banalidades e indiferença

Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal,

há apenas um atacando as raízes. (Henry Thoreau)

Inconsciência Negra

Milton Santos: um negro que derrotou o sistema

Nada é impossível de mudar

Berthold Brecht

Desconfiai do mais trivial,
na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito
como coisa natural,
pois em tempo de desordem sangrenta,
de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,
nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar.

Pensando sobre a indiferença, a falta de ação e de resistência dos negros diante da dominação, opressão, exclusão e exploração, eu começo a ver evidências de que estamos diante de uma massa de pessoas atomizadas.

De acordo com Hannah Arendt: "As massas não se unem pela consciência de um interesse comum e falta-lhes aquela específica articulação de classes que se expressa em objetivos determinados, limitados e atingíveis. O termo massa só se aplica quando lidamos com pessoas que, simplesmente devido ao seu número, ou à sua indiferença, ou a uma mistura de ambos, não se podem integrar numa organização profissional ou sindicato de trabalhadores. Potencialmente, as massas existem em qualquer país e constituem a maioria das pessoas neutras e politicamente indiferentes, que nunca se filiam a um partido e raramente exercem o poder de voto." (Origens do Totalitarismo).

É preciso analisar detalhadamente esta percepção !!!

◊19 Bilhões de dólares por ano acabariam com a fome no mundo.

 

◊O mundo gasta 18 Bilhões de dólares por ano com maquiagem.

 

◊10 Bilhões de dólares anuais proveria água de qualidade p/ todos.

 

◊O mundo gasta 15 Bilhões de dólares por ano em perfumes.

Arquivo de materiais p/ concursos, exame da OAB, idiomas, livros, etc - Autoritarismo - Revolucionários HighTec  Trabalhos, textos e artigos de Leonildo Correa

Relatório Lugano

Mas a “solução” não poderia significar uma reabilitação de sistemas genocidas como o Holocausto, pois como dizem os especialistas do Relatório: “O modelo de Auschwitz é o contrário do que precisamos para atingir o objetivo.  A seleção das "vítimas" não deve ser responsabilidade de ninguém, senão das próprias "vítimas". Elas selecionarão a si mesmas a partir de critérios de incompetência, de inaptidão, de pobreza, de ignorância, de preguiça, de criminalidade, e assim por diante; numa palavra, elas encontrar-se-ão no grupo dos perdedores.

Perigos -- Controle -- Impacto -- Conclusões -- Metas  -- Pilares -- A conquista e a guerra -- A fome -- Prevenção  -- A peste -- Quebra-cabeças -- In fine...

Como se cria um Paradigma

Dival G. Costa

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros agrediam-no.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que o substituto fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras o novo integrante do grupo não mais subia a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.

Criou-se, então, um Reflexo condicionado (Pavlov). Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, certamente a resposta seria: Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui.

Texto enviado por Paulo  Leonardo

Descriminalização das drogas

Notícias de uma Guerra Particular (Todos os vídeos no You Tube - Parte 1 - Parte 2 - Pontos Essenciais) - A Descriminalização das drogas - Drogas e Violência -

Toda lei tem seus infratores, todo território suas margens, todo governo pressupõe desgoverno e desgovernados. As sociedades instintivamente têm sido sábias, levando em conta esses fatos da vida e ás vezes agindo em função deles.

O que quer que seja estranho e desordenador é marginalizado como sendo monstruoso; no entanto, o teatro da vida também distribui papéis aos seus desajustados, avoados e malévolos, mesmo que apenas os de pessoas que a sociedade gosta de odiar.

Como enfatizou mais que ninguém HANS MAYER, em seu livro OUTSIDERS (Marginais), a diferença inspira ameaça porque confere poder, e aqueles que a sociedade designa como marginais são muitas vezes mantidos à margem justamente porque, no momento certo, a presença deles será necessária no palco.

(Outras reflexões) -- Roy Porter

Violações de Direitos Humanos

O resgate de presos e os Direitos Humanos --- Violação de direitos fundamentais nos presídios  --- O sistema presidiário brasileiro --- Vídeo do PCC mostrado na Globo   --- Estão matando negros no Brasil  --- Relatório Lugano: exterminar os pobres --- Vídeo do PCC mostrado na Globo --- Racionais: um homem na estrada -- A violência no Rio de Janeiro -- Militares da Operação Condor

Em uma economia mundial onde a informação é filtrada pela mídia das corporações globais, assim como ajustadas e sintonizadas com sua poderosa propaganda, quem irá defender o direito público de saber? E qual o preço que deve ser pago para preservar nossa habilidade de ser informado? (The Corporation)

A educação que liberta e a mão que escraviza  Socializam os prejuízos e privatizam os lucros: a pesquisa nas Universidades Públicas Teorias sobre a educação escolar e a desigualdadeEstatuto do Instituto OCW Br@sil  Resumo do Projeto OCW Repercussões do Projeto OCW Ofício enviado à Reitora da USP pelo Instituto OCW Br@sil O Projeto OCW-USP e o Ensino Público Gratuito via Internet O projeto OCW-USP quebra o elitismo do ensino superior no Brasil O Projeto OCW-USP e o INCLUSP Os cursos a distância não democratizam o conhecimento e nem socializam os saberes Comentando o Projeto MIT-OCW Os quatro pilares da educação Internet e democratização do conhecimento: repensando o processo de exclusão social --

Projeto OCW-USP foi sabotado:

O Projeto OCW-USP foi sabotado por alguns Professores, Diretores, Pró-reitores e pela Reitora da USP. Era um projeto inteligente e importante para a coletividade e para a maioria da população. Mas era um projeto que tinha um problema: foi elaborado por alunos.
Logo, as autoridades da USP não poderiam perder essa oportunidade. Agiram rápido para sabotar, paralisar e enterrar o projeto dos alunos. Assim, eles podem, futuramente, pegar o projeto e realizá-lo em seus próprios nomes. Fingindo que a idéia foi deles...
Professores, Diretores, Pró-reitores, Procuradores e a Reitora... Pessoas que nunca fizeram nada pela coletividade. Basta olhar para seus  currículos para se ver parasitas sugando a coisa pública. Nunca fizeram nada inteligente ou criativo em suas vidas, pois são medíocres. Não fazem nada que sirva à coletividade, à maioria da população, pois são da classe dominante.
Portanto, por serem medíocres e parasitas, por não possuírem nenhuma criatividade, eles precisam roubar os projetos inteligentes elaborados por alunos e que visam beneficiar a coletividade. É dessa forma que eles fazem seus nomes e sobem na vida: roubando idéias e projetos dos outros...
Em 2002 agiram da mesma forma na USP. Fiz o projeto e protocolamos pedindo apoio da USP. Não responderam. E, tempos depois, os cursos que tínhamos proposto no Projeto apareceram em uma Universidade Particular. Gente graúda da USP, autoridades importantes, atuam desta forma dentro da instituição. Sabotam e roubam os projetos dos mais fracos e depois tentam emplacá-lo em seus próprios nomes.

Agora fizeram a mesma coisa com o Projeto que nós criamos e chamamos de Projeto OCW-USP. Eu quero ver qual deles vai mostrar a cara para emplacar o projeto. Quando um deles botar a cabeça de fora, nós pegamos a corja toda. Farei questão de denunciá-los à coletividade e apontá-los como ladrões, pseudo-intelectuais, medíocres e parasitas da coisa pública.

Quero reduzir suas reputações a zero, a pó, retirando suas máscaras. Publicamente dizem que são gente de bem, aparentam ser gente de bem, mas por baixo dos panos são podres, são escórias, lixo da intelectualidade, agem contra o interesse público e em benefício próprio. Lembram da Carta do Pinotti ? Esta carta não é exceção. É a regra dentro da USP. É dessa forma que eles agem. Como ratos roubam, na calada da noite e sorrateiramente, a coisa pública.

Obstáculos à democratização dos saberes

Marcio Pochmann -- Agência Carta Maior -29/01/05

Avanço da democracia de massa requer a constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento.

(...) Em certa medida e guardada a devida proporção, assiste-se hoje ao curso de uma tentativa organizada de ruptura à apropriação monopólica do conhecimento, talvez somente comparável ao que aconteceu durante a idade média.

Naquela época, por exemplo, os monastérios funcionavam como verdadeiras ilhas do conhecimento existente. Eram verdadeiros monopólios dos saberes até então existentes, com os escribas dominando o alfabeto e controlando privadamente as escrituras.

O sistema operativo da produção de tecnologia utilizada e a formação da mão-de-obra especializada eram propriedades não disponibilizadas livremente ao conjunto da população. Com toda essa centralização do sistema operativo, os monastérios eram centros de riqueza e fartura que se contrapunham à escassez e pobreza do conjunto da população.

O livro O nome da Rosa de Humberto Eco é bem emblemático do que representou, num certo momento histórico, o poder econômico e político concentrado pela apropriação não pública do conhecimento.

Em outros termos, o uso não democrático do conhecimento e da informação representou a composição e a prática do exercício do poder econômico e político vigente na época.

Somente com o aparecimento dos Estados nacionais e a proliferação das organizações populares é que se tornou viável o abandono da escrita e do conhecimento situado no estágio privado e comercial da apropriação e uso dos saberes.

Um dos componentes estratégicos do avanço da democracia de massa em pleno século 20 passou fundamentalmente pela constituição de uma nova forma de disponibilização do conhecimento.

De um lado, houve uma certa socialização do conhecimento básico por intermédio das escolas públicas, que contaram não apenas com financiamento público, mas com diversos softwares produzidos na organização e sistematização dos saberes viabilizados por políticas públicas nacionais, entre elas as industriais.

De outro lado, a regulação pública das economias nacionais a partir do segundo pós-guerra possibilitou o contingenciamento da concorrência oligopólica entre os grandes grupos econômicos na produção e difusão tecnológica. Nesse sentido, a mercantilização dos saberes e dos chamados bens culturais se generalizou, tendo muitas vezes a moeda como condição de acesso.

A democratização do conhecimento e a socialização dos saberes estão em jogo. Sua viabilização é possível, porém depende fundamentalmente da resolução dos seus obstáculos pendentes aos interesses econômicos e políticos associados às velhas formas de produção e controle do século passado.

É preciso ter motivação, perseverar, insistir.

A vitória da vida

Pobre de ti se pensas ser vencido!
Tua derrota é caso decidido.
Queres vencer, mas como se em ti não crês,
Tua descrença esmaga-te de vez.

Se imaginas perder, perdido está
Quem não confia em si, marcha para trás;
A força que te impele para a frente
É a decisão firmada em tua mente.

Muita empresa esboroa-se em fracasso
Ainda antes do primeiro passo;
Muito covarde tem capitulado
Antes de haver a luta começado;
Pense grande e os teus feitos crescerão
Pense pequeno e irás depressa ao chão.

O querer é o poder onipotente,
É a decisão firmada em tua mente.
Fraco é aquele que fraco se imagina,
Olha ao alto o que ao alto se destina.
A confiança em si mesmo é a trajetória
Que leva aos altos picos da vitória.

Nem sempre o que mais corre a meta alcança.
Nem mais longe, o mais forte, o disco lança.
Mas o que, certo em si, vai firme em frente,
Com a decisão firmada em sua mente.

Mais textos

 

Páginas importantes

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Ralf Dahrendorf

O caminho para anomia - Sociedade e Liberdade A luta pelo contrato social Buscando Rousseau, encontrando Hobbes As classes e seus conflitos na sociedade industrial

Michel Foucault

Vigiar e Punir A ordem do discurso Coletânea de textos de Michel Foucault

Vídeos do You Tube

 Exterminador do Futuro volta para salvar Jesus  Publicidade Inteligente  -  Vídeos para reflexão

 

Texto completo: Superdotação e Talento

De acordo com Souza (2002) uma criança que tem QI (Quociente de Inteligência) em torno de 140 aproveita apenas 50% de uma aula comum, ou seja, o resto do tempo é utilizado numa espera tediosa de repetição do óbvio. Já uma criança com QI de 170 praticamente nada aproveita das aulas normais.

FILHOS

 Vossos filhos não são vossos filhos.
São filhos e as filhas da ânsia da vida por si
mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã, que vós
não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não
podem fazê-los como vós.
Porque a vida não anda para trás e não se demora
com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são
arremessados como flechas vivas.
O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos
estica com toda a sua força.
Para que suas flechas se projetem rápido e para
longe.
Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja
vossa alegria.
Pois assim como Ele ama a flecha que voa, ama também o arco que permanece estável.

 De Gibran Khalil, do livro: O Profeta

EUA: entre a República e o Império

Morre a República. Nasce o Império.

A reunião destes textos aqui não tem por finalidade desmoralizar ou atingir destrutivamente os EUA e o povo norte-americano. Eu não sou e nem pretendo ser inimigo dos EUA. E reconheço, assim como qualquer pessoa sensata reconhece, que o desenvolvimento mundial atual e as tecnologias que temos e utilizamos hoje nasceram nos EUA. Logo, o planeta tem uma grande dívida com o povo norte-americano. E é justamente por isso que não podemos deixar essa grande nação regredir em suas conquistas e/ou trilhar caminhos que levem à destruição. A trilha do totalitarismo foi seguida por inúmeras nações e todas elas chegaram no mesmo ponto: a queda do regime. Isso porque um regime totalitário carrega consigo o germe de auto-destruição. Mais cedo ou mais tarde, nesta geração ou na próxima, daqui a 10, 100 ou 1000 anos o germe de autodestruição é ativado e o regime desmorona. Por que isso acontece ? Acontece por uma razão simples: o totalitarismo tira dos homens a individualidade, a liberdade, a iniciativa, a capacidade de pensar, criar e ser feliz. E sem esses elementos o homem não se desenvolve e não evolui. Quando os indivíduos, dentro do sistema totalitário, percebem isso, o germe é ativado e o regime cai. Cai porque o totalitarismo é um sistema. E são os homens que criam os sistemas e não os sistemas que criam os homens. Portanto, um sistema totalitário está fadado ao fracasso e à destruição. Contudo, enquanto sobrevive causa grande mal e sofrimento aos seres humanos. (Importância dos EUA para o mundo -- Lista de Artigos: analisando o terrorismo)